30/06/2009

Beleza real

Eu nem ia postar hoje, mas achei sensacional essa notícia (de três dias atrás - acompanho tudo em tempo real, como se percebe) no site da Época, sobre o fotógrafo de moda alemão Peter Lindbergh, que resolveu acabar com o abuso no tratamento de imagens em Photoshop em seus trabalhos.
Na verdade, esse é um movimento já grande, que tem como objetivo a volta de um padrão de beleza mais normal, isto é, mulheres bonitas naturalmente, reais, e não megatratadas no computador, parecendo robôs. A ideia seria de usar o programa apenas para retocar imperfeições, como manchas na pele ou marcas de expressão - coisas pequenas.
Algumas celebridades, entretanto, foram destemidas e sairam nas revistas de cara completamente lavada. De acordo com a matéria, a rebeldia começou com Kate Moss, exibindo seu corpo de 35 anos em um ensaio para a revista New Yorker. Mas eu mesma só fui descobrir esse início de revolução quando vi umas fotos de capas da Elle francesa, que esse mesmo fotógrafo fez, com Monica Bellucci, Eva Herzigova e Sophie Marceau exibindo seus rostos limpos (no blog Estilo Glam).

Capas da Elle com as atrizes e a modelo tcheca

Mas o motivo mesmo desse post era mostrar a seguinte foto, que me deixou pasma, da Luiza Brunet em sua beleza real:

Luiza Brunet, 47 anos

Tá, eu entendi qual era o objetivo da foto. Mas quem poderia imaginar? Esses dias mesmo eu comprei a Boa Forma da Cléo Pires e tinha uma foto da Brunet de biquine e minha amiga comentou: "Isso que é envelhecer bem". Ok, eu sou muito mais a minha mãe, com quem eu tanto brigo porque não dá a mínima para a aparência (além de fumar, que estraga a pele, ela não usa nenhum tipo de hidratante e recusa completamente usar corretivo, base ou pó no dia-a-dia).

Mãe, 51 anos

Eu olha que eu mesma já estou preocupada com umas linhas que começaram a aparecer embaixo dos meus olhos.

Marcas de expressão aos 20 anos

Encomendei o "Gel Antifadiga para Olhos" da Natura, que promete reduzir "olheiras e bolsas após 30 dias de uso". Só porque a consultora me disse que eu não podia usar o Chronos +25 ainda, haha. Vamos ver se funciona.

Site para as férias

Acabei de descobrir o site mais bacana do momento, que está aí fazendo a alegria da moçada e é diversão garantida para essas férias que você, assim como eu, passará na frente do computador sem ter mais nada de bom para fazer (ok, exagerei um pouquinho): PhotoFunia. Você sobe uma foto sua e, assim, rapidinho e fácil, ele faz a montagem que você escolhe. Não precisa ser nenhum gênio no Photoshop nem nada!

Photobucket

Eu, sendo boba, usando minha foto mais nada a ver

E dá para zuar os amiguinhos também:

Mariana fedorenta (espero que ela não entre aqui)

25/06/2009

Rory Gilmore

Força na peruca, Rory!

Na expectativa de comprar o box de DVDs da 7ª e última temporada de Gilmore Girls e, assim, passar as férias vegetando e revendo todos episódios nostalgicamente da minha série favorita no mundo todo, me deparei com a dúvida: o que aconteceu com Alexis Bledel, a atriz que interpretava a Rory? (Tá, foi minha mãe que me perguntou o que ela e a Lorelai andavam fazendo da vida e eu não soube responder, então fui investigar. A Lor fica para outro post, ok?).
Bom, a série acabou em 2007 (snif). Depois de checar diversas fontes, descobri o que já supunha: a Alexis não fez mesmo nenhum filme famosinho depois de Quatro Amigas e um Jeans Viajante. Que, a propósito, tem uma continuação, lançada em 2008 (eu não sabia). E outro fato que eu não tinha percebido até então: as amigas dela no filme são a Betty, a feia, e a Serena de Gossip Girl! (a outra é desconhecida). Olha que coisa, eu jamais teria notado isso se não estivesse escrito no resumo que li da história (e olha que eu assisti ao primeiro, mas já faz tempo).

Rory, menina não famosa, Serena e Betty trocando uma calça jeans

Para 2009, a novidade é que Alexis gravou um novo filme que promete ser sucesso (a opinião é minha, não sei se promete de verdade - deve ser só mais uma comédia americana). Chama-se Post Grad e, nele, ela faz o papel de Ryden Malby, uma garota que acabou de se formar na faculdade e precisa voltar a morar com os pais, pois não tem emprego nem condições de se manter sozinha. Aí ela passa por uma crise de oi-estou-entrando-no-mundo-dos-adultos-não-sei-o-que-fazer e fica amiga de ninguém menos que... Rodrigo Santoro! Ele, como o vizinho David, vai ser seu novo amigo e conselheiro.

A Rory consegue ser amiga de seu vizinho Rodrigo Santoro. Eu, aqui no meu prédio, já não tenho a mesma sorte...

A previsão de estréia do filme, nos Estados Unidos, é para o dia 21 de agosto. Já aqui, só Deus sabe (daqui a pouco nem vem, como acontece com um monte de filmes bons). O pôster dele é esse aqui embaixo e o trailer você pode assistir aqui. Olha que belezinha ela com esse capelo (chapéu de formatura), dá a maior saudades da Rory em Chilton, Yale...

Post Grad, o novo filme de Alexis Bledel

Já fora das telinhas e de sua vida profissional, Alexis vem fazendo o que toda celebridade desempregada faz: uns eventos beneficentes aqui, umas aparições ali e tirando fotos em tapetes vermelhos de festas de pessoas importantes.

A atriz na festa de lançamento da coleção Matthew Williamson para H&M, dia 28/04

E uma última curiosidade: Alexis é de setembro de 1981, ou seja, hoje ela tem 27 anos. E olha essa cara de bebê, que inveja! (mesmo na foto acima ela já estar parecendo um pouco mais velha em comparação à época de Gilmore Girls). Ela é, provavelmente, uma das poucas mortais aptas a aparecerem em um red carpet usando nada mais que blush e máscara para os cílios.

Rory se mantendo jovem pela eternidade

Quando eu for jornalista famosa e conseguir entrevistá-la, vou perguntar que tipo de produtos ela usa para a pele.

Todas as fotos aqui usadas foram retiradas do fan site Only Alexis

22/06/2009

Você sabe quem é Mr. Jones?

É a pergunta que não quer calar (dentro da minha cabeça). Quem, afinal, é esse tal de Mr. Jones? Amy Winehouse já sofreu de amores por ele. Counting Crows o conheceu em uma balada e os dois ficaram amigos de bebida e de conselhos sobre mulheres. E o Michael Bublé, quem diria, está tendo um caso com sua esposa, Mrs. Jones. Isso sem falar na filha do casal, Ms. Jones, que deixou o Robbie Willians sem chão. Sensacional essa família, hein?
Eu analisei as letras das devidas músicas e, quando havia, seus videclipes. Seguem os resultados:



Amy não tem videoclipe de Me and Mr. Jones. O máximo que entendi é que ele a iludiu e não quis assumir nenhum tipo de relacionamento. Papinho comum entre mulheres apaixonadas e bobas.



O Counting Crows é um cara depressivo e chato que não sabe xavecar ninguém. Topou com o tal Jones em Nova Amsterdã, enquanto tentava alguma coisa com uma dançarina de flamenco loira. O Jones estava pegando uma morena. Isso pode explicar porquê ele não quis assumir nada com a Amy (Jones não vale nada). Com a análise do clipe (que não deu para colocar aqui, mas tem no Youtube) não obtive muitos resultados: ele pode ser um amigo imaginário, o nome de sua outra personalidade ou o manequim que aparece vendo TV. Mas acho que não.



Já a Mrs. Jones, boba que não é, não querendo pagar de corna na história, não deixou barato e foi ter um casinho, como quem não quer nada, com o Michael Bublé. Danada essa velha, hein?



E, por fim, Robbie Willians pergunta: você já conheceu a senhorita Jones? Pois é, eu não.
Essa música faz parte da trilha sonora do filme O Diário de Bridget Jones. Se ela for a Miss Jones, como dá a entender, afinal, só podemos concluir que Mr. Jones é...

Mas imagino que não. Vocês acham que a Amy se apaixonaria por alguém assim? Não creio que eles combinem. E ele também não tem cara de quem sai com dançarinas em Nova Amsterdã. Assim como a possível Mrs. Jones...

Não tem cara de ser amante do Bublé.
Bom, continuo com essa que é a dúvida do momento na vida de muitos brasileiros. Se alguém tiver mais alguma pista, opinião ou hipótese a respeito da verdadeira identidade do Mr. Jones, receberei com a maior satisfação. A Ná, que mora comigo, por exemplo, acha que é uma grande piada interna de todos americanos. Ou que, simplesmente, Jones é o nome mais comum de lá, assim como João é aqui. Mas as músicas não são apenas sobre o João, um João. É o Sr. João. Isso não significa alguma coisa? Não atiça a curiosidade de vocês?

19/06/2009

Cansei de estar cansada

Cansei de dar um tempo no Hialoplasma, na vida, nos pensamentos. Quer dizer, na verdade, eu cansei de pensar, porque eu andava pensando demais. E nem era em assuntos da faculdade. Essa, mesmo, que agora é quase um cursinho bônus, tem tido pouca repercussão na minha vida, caso eu resolva analisar mais profundamente.
Entrei em crise com o jornalismo, mas já saí. Quer dizer, não sei se cheguei a entrar, de fato, em crise - como também não sei se saí realmente. Mas me encontro mais decidida nesse momento. (A crise com o jornalismo se resume na presença deste na minha vida, não em sua existência como um todo). Mas, veja bem, nesse momento. Daqui a duas horas eu posso estar pensando diferente. Acho que, desde o começo do ano, eu venho mudando de idéia a todo instante (não apenas em relação a isso). Ora coisas boas, ora não. Mas sei lá.
O Hialoplasma nunca foi um blog-desabafo ou sentimental e não vai ser agora que vai se tornar. Eu só estava à toa em casa, neste momento, em Cachoeira Paulista, e, após duas longas conversas (uma com a minha mãe, outra com meu pai) sobre a vida, resolvi deixar de lado isso que a Nathalia, minha amiga e companheira de crises existencias, chamou há algum tempo de "bichisse" e achei uma boa idéia postar.

Para terminar esse post, portanto, de forma feliz, vou abrir um grande concurso de retomada do blog. Estava pensando: Hialoplasma é um nome muito non-sense, certo? 10 entre 10 pessoas que me conhecem como dona daqui perguntam o motivo dele. E 10 entre 10 vezes eu não sei explicar, porque não lembro de onde tirei isso. Porém, não posso mudar, porque, entre outros motivos, minha imaginação não é muito fértil. Logo, lançarei a pergunta a vocês, leitores assíduos deste blog (leia isso imaginando uma voz de apresentador de talk show):

Se o Hialoplasma pudesse ter outro nome, ou quiçá um apelido, qual seria?

Refoçando, este vai ser um grande concurso, patrocinado por, nada menos, que o movimento God Save the Alpacas e o jornal boêmio de maior sucesso na internet, O Bagulho. O vencedor do melhor nome receberá um prêmio incrível - mas incrível mesmo! -, que eu não vou contar aqui qual é, porque eu ainda não pensei nele. Mas vai ser muito incrível (ou talvez não seja).
Para inspirar os participantes, segue uma imagem comum na vida de todo estudante do ensino médio, o hialoplasma:

Se esta célula fosse a maquete de uma cidade, o hialoplasma seria, mais ou menos, o asfalto das ruas. Uau! Incrível, hein? Isso é que é genialidade em nomear coisas! Seguindo à risca essa grande habilidade que tenho, podemos refletir sobre o motivo das minhas cachorras se chamarem Samanta e Mafalda.
Enfim, boa sorte a todos. E, ao vencedor, as batatas!