31/01/2009

Arranjei um jeito de passar o tempo

Juro que nunca tinha ouvido falar da série Crepúsculo até, mais ou menos, um mês atrás. Foi minha amiga quem leu e me disse: "Pede de Natal, é muito bom". Quando descobri sobre o que se tratava a história, pensei: "Vampiros? Legal!" - opinião baseada unicamente na minha experiência de leitura sobre vampiros com os livros Os Sete e Sétimo, do brasileiro André Vianco. Comprei o primeiro, li em 3 dias. Baixei o resto dos livros e o filme (porque, quando eu decidi vê-lo, já tinha saído de cartaz). E isso é tudo que tenho feito da vida ultimamente (estou em Eclipse agora).
E nem é porque o livro é bom. Na verdade, achei a história muito fraca e nunca, nessa vida, que é "o novo Harry Potter" (desculpa falar isso de novo, Sté). Mas o Edward Cullen... Tenho certeza de que não preciso entrar em detalhes aqui, porque todo mundo já leu a história antes de mim. Mas faço minhas as palavras da fã que mandou um recado para a autora: "Thank you, Stephenie. Now I'll never find a man". Porque todas fazemos parte de uma grande estatística que existirá, daqui a 50 anos, de senhoras que nunca se casaram, pois não se contentaram com os meiaboca que existem por aí.


O Puro Charme também fez um post sobre o Cullen (porque ele merece).

29/01/2009

Problemas mentais

Nem eu nem minhas roomates lembramos exatamente como é a planta do nosso apartamento (no meu caso, acho que foi porque fiquei prestando atenção apenas no vizinho). Resolvemos então que cada uma desenharia como achava que era:

planta da Nathalia,

planta da Tiemy (como se nota),

minha planta

e planta da Mariany, que não vai morar com a gente.

Sorte que nenhuma de nós fazemos arquitetura ou engenharia. E acho que todas temos problemas mentais por não conseguirmos nos lembrar de onde vamos morar.

Beijo, boa noite!

27/01/2009

Fillipe e eu

O Fillipe é meu sobrinho mais velho, tem 17 anos (faz 18 em julho), e não me chama de tia, obviamente. Como, para ele, meus pais são, também, "pai" e "mãe", está, então, mais para meu irmãozinho (que de inho não tem nada). Cresceu e morou comigo até meus 8 anos, mais ou menos. Por sorte, o Fê não lê meu blog, senão estaria aqui me estrangulando por ter publicado essas fotos. Mas, ah, achei tão fofinhas! São algumas provas de como somos grudados desde que éramos pequenininhos. De como o amo desde que nasceu, quando eu nem tinha consciência ainda do que aquilo significava para mim.

Eu, com 3 anos, e ele, com 6 meses, em uma imagem capturada do vídeo do meu aniversário.

Eu, com 7, e ele, com 5 anos, voltando de alguma festinha temática.

Eu, com 19, e ele, com 17, no último Revéillon agora.

Fê, se você vir isso, não fica bravo comigo! haha

24/01/2009

20 anos

Quinta-feira estava com meus pais em São Paulo e encontramos um senhor, conhecido da minha mãe, que eu já não via há algum tempo - ele se mudou para Minas. Conversamos:
- Ontem mesmo eu almocei com a minha filha, ela está morando aqui também, ficou por causa da faculdade. Mas ela é bem mais velha que você, tem 20 anos.
- Eu vou fazer 20 anos amanhã.
- O quê? Jura? Não parece! Pensei que você tinha uns 15, 16 anos. Minha filha tem cara de ser muito mais velha...
Por isso comemorei, ontem, duas décadas de vida sem muitas amarguras e angústias. Tudo porque sei que, quando estiver comemorando 40, as pessoas vão me parabenizar pelos 30 :D Ainda bem.
(O veterinário das minhas cachorras também ficou surpreso outro dia quando descobriu que eu já estava na faculdade. Ele jura que não me dá mais do que 14 anos. E, veja, eu nem comecei a usar Natura Chronos ainda).

PS: A Gabi fez um post lindo de morrer para mim! Sua linda! Te amo <3

20/01/2009

21 de Janeiro

Não, o dia 21 de janeiro não é um dia tão esperado assim pelo simples fato de ser o primeiro dia de Obama como presidente do mundo ou o aniversário de 20 anos da minha querida roomate Nathalia (apesar de serem fatos também relevantes). Não, não, caras (os) leitoras (es). Eu estou aqui, aguardando ansiosíssima, contando os minutos, porque amanhã começa a quinta e penúltima temporada de Lost! \o/ Alguém mais está sentindo a mesma euforia que eu? Porque, sério, é impossível passar as férias de forma saudável quando todos os seriados que você acompanha (Lost, Heroes e Pushing Daisies) estão de férias também. (Quem, afinal, decidiu isso? Não sei se os caras da Warner, ABC e todas as outras combinações de letras sabem, mas é comprovado cientificamente que, entre os meses de dezembro e janeiro, o número de jovens e adolescentes assistindo à televisão por 24 horas ou mais seguidas cresce cerca de 433% em relação aos outros meses do ano) (a pesquisa inclui a internet como televisão também).
Bom, mas então, eu não gosto muito de acompanhar o Dude, we are lost, porque não sou o tipo de pessoa que curte spoilers. Mas hoje dei uma passada por lá e vi essa foto (de divulgação da temporada nova):

Enquanto pensava: "Meu Deus, que homem é esse?" (me referindo ao Sawyer, claro) e "como é possível eu conseguir sobreviver tantos meses sem vê-lo semana após semana, fielmente?", desci mais um pouco a barra de rolagem e encontrei isso:

Fiquei um pouco decepcionada. Não sei dizer se é a roupa, a pose ou o conjunto todo, mas achei meio bicha. Bicha demais. Sem preconceitos, mas o Sawyer não, né, gente? Simplesmente nãããão!!! (Derrete desesperadamente).

E mudando de assunto, só gostaria de comentar uma coisa sobre o SPFW (que eu ando acompanhando aqui em diversos sites e blogs, já que sou uma pobre jornalista desempregada e não recebo convites para assistir aos desfiles*): o coleção da Carlota Joakina, exibida hoje, foi inspirada nos jogos Pac Man, Street Fighter e TETRIS! Gente, que sucesso! Isso sim é que é tecnologia indumentária (foto do site Érika Palomino).

* Fica a dica para possíveis contatos jornalísticos nesse blog: procuro estágio.

18/01/2009

Férias

Não sei como estão as férias de vocês, mas as minhas estão resumidas a Nível Extremo de Ócio. Na falta absoluta do que fazer, segue algumas dicas de como matar seu tempo (pelo menos é o que eu tenho feito nesses últimos dias):

1- Viciar nessas duas músicas:


Teyana Taylor - Google Me


Butch Walker - The Weight of Her

Porque viciar em Beijinho Doce é muito last season.

2- Criar uma bonequinha fofinha sua nesse site. E depois criar toda sua turma de amiguinhos. Créditos para Aethere (porque eu vi no Orkut dela).

3- Baixar uma série nova para acompanhar. No meu caso, resolvi ver desde o primeiro capítulo Gossip Girl para tentar entender porque todo mundo gosta tanto. E devo confessar que ainda não consegui entender (prontofalei). Mas o figurino é realmente sucesso.

4- Visitar o Blogroll do Hialoplasma.

5- Alugar filmes que você, normalmente, não teria vontade de assistir. Ontem, por exemplo, eu peguei Kung Fu Panda, Poseidon e Feira de Vaidades. Não recomendo nenhum (mas me sinto muito bem por tê-los visto e agora poder comentar com as pessoas quão ruins - ou pouco bons - eles são).

Aguarde por mais recomendações inúteis de férias! (Mas que, cá entre nós, são bem melhores que essas que vemos em revistas, como "começar uma dieta" ou "passear no parque perto da sua casa").

14/01/2009

O vizinho

Então essa semana eu saí à procura, novamente, de um apartamento para morar esse ano. Depois de visitar um em que a cozinha era do tamanho de um banheiro e este, por sua vez, do tamanho de um quartinho do pânico, e outro descendo a Brigadeiro por cerca de 1 km até minha mãe dizer: "Chega, vamos voltar, estou cansada, isso é longe demais, não vou permitir", cheguei a um possível futuro lar que preenche alguns dos requisitos básicos que minhas amigas e eu já propusemos.
Tudo porque eu entrei no elevador e tinha uma velhinha simpática com um cachorrinho pequenininho Maltês de lacinhos rosas na cabeça, exatamente do tipo que nós queremos ter na nossa rep (com a diferença de que o nosso vai ter que ser macho porque já escolhemos o nome de Fidel Castro). E vocês sabem como eu fico quando vejo cachorros. Comecei a fazer "awmmm", "ohnnn" e cafuné no bichinho, sem reparar que existiam outras pessoas no local. E uma dessas outras pessoas se resume a: vizinho lindo e maravilhoso.
Estou eu agachada no elevador fazendo carinho no dog e tentando bater um papo com a velhinha, já pensando em como ela ia adorar a Tiemy, a Ná e eu e, assim, cozinhar para gente todos os dias a fim de demonstrar seu carinho, quando olho para cima e o vejo. Ele mesmo. O Rodrigo Santoro. Sorrindo para mim. Quando eu desci no térreo, ele continuou lá dentro (deve ter ido para a garagem, deve ter carro - ponto para ele). Depois de tal cena em que conheci o futuro pai dos meus filhos, me valeu gastar 6 reais de crédito só para ligar para a Nathalia, que estava na praia, para contar que achei o apartamento perfeito. Tudo graças ao nosso novo vizinho gato. Por mim, o negócio já está fechado.

11/01/2009

Óculos da Beyoncé

Para morrer de inveja:

Descobri tudo isso devido ao recente medo que adquiri do óculos que ela usa no clipe Diva:

Mas ainda acho a Beyoncé sucesso! Se eu não fosse eu, e pudesse escolher quem fosse, seria ela. Beyoncé é a única que pode dançar as músicas da Beyoncé sem parecer ridícula.

Fotos: Beyoncé Now.

09/01/2009

Maysa

Resolvi acompanhar a série, a princípio, apenas por algo que me chamou muito a atenção: o figurino. Adoro esse visual retrô anos 50 (a década mais sucesso ever), 60 e 70. Vi nos comerciais os cabelos, a maquiagem, as roupas estilo Chanel-oi-sou-fashion, os óculos - ai, meu Deus, os óculos mereciam um post exclusivo - e me apaixonei demais. Fui à caça de fotos e mais fotos para montar um post mostrando o estilo da Maysa (que, de acordo com Fernando Torquatto, responsável pela produção da atriz Larissa Maciel, era a Gisele Bündchen de sua época), mas saibam que as imagens não são o suficiente: se você ainda não viu nenhum capítulo, não perca tempo (a Globo deveria me pagar por essa propaganda!). Bom, eu comecei a assistir então pensando nas roupas e bolando algum plano infalível para invadir o Projac e roubar tudo para mim, mas aí comecei a prestar atenção na história dessa cantora de quem eu nunca tinha ouvido falar antes (nunca mesmo, fazer o quê). Gente, a Maysa é sucesso, maior ídola! Como o site oficial não cansa de dizer, era "uma mulher à frente de seu tempo": super determinada, independente, autossuficiente. Já entrou no meu ranking de mulheres-modelo. Amei.

Mas voltando ao estilo. Li que a atriz usa três perucas ao longo da minissérie. A de cabelo bem curtinho, representando o final dos anos 50 e começo dos 60 (logo no comecinho da história, quando a Maysa está casando com o Matarazzo e começando sua carreira); uma de corte médio, para os anos 60 (a fase que estamos acompanhando agora na TV); e a de cabelos compridos, para ilustrar os anos 70.

Esse visual dos anos 60 deixa ela muito mais diva ainda. São cinturas marcadas, conjuntos combinando, looks monocromáticos e pérolas para dar o toque final.

E o que foi a cena do helicóptero? Isso é que é chegar com estilo! (muito patroa). Fiquei babando cinco anos pelo óculos e a saída de praia que ela estava usando.

Nos anos 70 (que ainda não começaram a ser exibidos), o cabelo fica maravilhoso, comprido e com aquele visual sexy. Os tailleur de antes perdem espaço para batinhas soltinhas, de tecidos leves, e calças jeans pantalona e boca-de-sino.

Quanto à maquiagem, a diferença só está na boca: o batom vermelho de antes foi substituído por um cor de boca (mais próprio à época). Os olhos continua o mesmo: muito delineador, rímel e lápis preto para marcar bem o contorno do verde que tanto chama a atenção.

E, para finalizar, a foto de uma túnica original da cantora que a atriz usou na gravação de um show no Canecão.

Maysa é, além de sucesso, ícone fashion agora!

07/01/2009

Procura-se

Procuro apartamento em São Paulo, próximo à Paulista, 3 quartos. Bom, bonito e barato. Que tenha vizinhos homens, gatos, solteiros e simpáticos. E que aceite cachorros (o prédio, não os vizinhos). Para 3 meninas lindas, inteligentes e de família (tenho recomendações de freiras, para se ter uma idéia).

Grata.

06/01/2009

"Palavra puxa palavra, uma idéia traz outra, e assim se faz um livro, um governo, ou uma revolução."

Machado de Assis.


(Está escrito na caneca que eu tomo café. Porque eu gosto de começar meu dia me sentindo literata).

04/01/2009

A tristeza de morar no interior

Depois que eu li Marley e Eu, minha vida mudou (ok, estou exagerando, mas eu me identifiquei muito com o livro, porque eu tenho dois labradores em casa e sou apaixonada por labradores e morro por labradores e labradores são as coisas mais lindas que existem no mundo). Enfim, minha espera pelo filme, nesse Natal, era maior do que a pelo Papai Noel. E não é que domingo passado eu chego ao cinema, vejo um cartaz enooorme do Marley bebê (desmaiei três vezes nessa hora), vou à bilheteria e pergunto: "Moça, você sabe quando vai estreiar Marley e Eu?" e ela me responde: "Não há data prevista"? QUÊ??? Definitivamente, essas pessoas não pensam na minha saúde mental.
E saibam agora o melhor: na minha cidade não tem cinema. Nem nas cidades vizinhas. Só existe um único cinema no shopping em Guaratinguetá! E eu juro que me sacrifiquei toda só para ir lá ver o bendito filme (e comer um McFlurry de Twix, porque, novamente, só existe McDonalds nesse shopping. Bom, pelo menos a viagem não foi de toda perdida).
Senhor, Senhor, iluminai os caras que trabalham no Cinemais. Que eles usem do bom-senso e tragam Marley logo para mim! Caso contrário, minha vida nunca mais será a mesma.

PS: Eu me recuso a baixar filmes pela internet. Qual a graça de ver na telinha do computador?

02/01/2009

Existe um motivo para eu ter cachorros em vez de filhos

E o motivo é que eu sou uma pessoa muito nojenta.
Estava basicamente toda minha família agora na praia. Uma noite, minha irmã saiu e me deixou deitada no quarto vendo TV com a minha sobrinha/afilhada, Ana Alice (vide foto), de 3 anos. Ela disse: "Fica aí até ela dormir, não deve demorar muito" e eu disse: "Tudo bem", afinal, estava gostosinho ali no ar-condicionado e assistíamos a um DVD de Mogli 2, que eu ainda não tinha visto. Bom, uma meia hora depois que ela saiu, a Ana Alice ainda não tinha dormido e, de repente, me vira e fala:
- Dinda, quero fazer cocô.
OK, necessidades, eu entendo. Coloquei ela no banheiro e fui até a cozinha:
- Mãe, a Ana Alice está fazendo cocô, vai lá limpá-la quando ela terminar.
- Por que você não vai?
- Quê??? Nunca nessa vida, que nojo, eca!
Passado uns 5 minutos, ela grita que terminou, minha mãe vai lá e volta dizendo o seguinte:
- Ela bateu a porta na minha cara e disse que não quer ninguém, só você.
Eu entro em leve desespero. Vou até o banheiro:
- Por que você não quer que sua avó te limpe?
- Porque não, quero você, dinda!
Com muito esforço, prendendo a respiração, eu limpo (e faço uma lista mental de tudo que eu preferiria estar fazendo naquele momento).
- Limpou direitinho? Minha bunda não está mais suja?
Olho. Não está.
- Dinda, você é a dinda bonitinha!
Me dá um beijo e volta para o Mogli.

PS: eu sei que as minhas cachorras também fazem cocô, mas nenhuma delas exige que eu que as limpe (isto é, limpe o quintal). Então, acaba sobrando tudo para o meu pai :)
PPS: sim, eu sei que isso é explorar o meu pai.