
31/01/2009
Arranjei um jeito de passar o tempo

29/01/2009
Problemas mentais
27/01/2009
Fillipe e eu
24/01/2009
20 anos
- Ontem mesmo eu almocei com a minha filha, ela está morando aqui também, ficou por causa da faculdade. Mas ela é bem mais velha que você, tem 20 anos.
- Eu vou fazer 20 anos amanhã.
- O quê? Jura? Não parece! Pensei que você tinha uns 15, 16 anos. Minha filha tem cara de ser muito mais velha...
Por isso comemorei, ontem, duas décadas de vida sem muitas amarguras e angústias. Tudo porque sei que, quando estiver comemorando 40, as pessoas vão me parabenizar pelos 30 :D Ainda bem.
(O veterinário das minhas cachorras também ficou surpreso outro dia quando descobriu que eu já estava na faculdade. Ele jura que não me dá mais do que 14 anos. E, veja, eu nem comecei a usar Natura Chronos ainda).
20/01/2009
21 de Janeiro
Bom, mas então, eu não gosto muito de acompanhar o Dude, we are lost, porque não sou o tipo de pessoa que curte spoilers. Mas hoje dei uma passada por lá e vi essa foto (de divulgação da temporada nova):
Enquanto pensava: "Meu Deus, que homem é esse?" (me referindo ao Sawyer, claro) e "como é possível eu conseguir sobreviver tantos meses sem vê-lo semana após semana, fielmente?", desci mais um pouco a barra de rolagem e encontrei isso:
Fiquei um pouco decepcionada. Não sei dizer se é a roupa, a pose ou o conjunto todo, mas achei meio bicha. Bicha demais. Sem preconceitos, mas o Sawyer não, né, gente? Simplesmente nãããão!!! (Derrete desesperadamente).
E mudando de assunto, só gostaria de comentar uma coisa sobre o SPFW (que eu ando acompanhando aqui em diversos sites e blogs, já que sou uma pobre jornalista desempregada e não recebo convites para assistir aos desfiles*): o coleção da Carlota Joakina, exibida hoje, foi inspirada nos jogos Pac Man, Street Fighter e TETRIS! Gente, que sucesso! Isso sim é que é tecnologia indumentária (foto do site Érika Palomino).
* Fica a dica para possíveis contatos jornalísticos nesse blog: procuro estágio.
18/01/2009
Férias
Teyana Taylor - Google Me
Butch Walker - The Weight of Her
Porque viciar em Beijinho Doce é muito last season.
3- Baixar uma série nova para acompanhar. No meu caso, resolvi ver desde o primeiro capítulo Gossip Girl para tentar entender porque todo mundo gosta tanto. E devo confessar que ainda não consegui entender (prontofalei). Mas o figurino é realmente sucesso.16/01/2009
14/01/2009
O vizinho
Tudo porque eu entrei no elevador e tinha uma velhinha simpática com um cachorrinho pequenininho Maltês de lacinhos rosas na cabeça, exatamente do tipo que nós queremos ter na nossa rep (com a diferença de que o nosso vai ter que ser macho porque já escolhemos o nome de Fidel Castro). E vocês sabem como eu fico quando vejo cachorros. Comecei a fazer "awmmm", "ohnnn" e cafuné no bichinho, sem reparar que existiam outras pessoas no local. E uma dessas outras pessoas se resume a: vizinho lindo e maravilhoso.
Estou eu agachada no elevador fazendo carinho no dog e tentando bater um papo com a velhinha, já pensando em como ela ia adorar a Tiemy, a Ná e eu e, assim, cozinhar para gente todos os dias a fim de demonstrar seu carinho, quando olho para cima e o vejo. Ele mesmo. O Rodrigo Santoro. Sorrindo para mim. Quando eu desci no térreo, ele continuou lá dentro (deve ter ido para a garagem, deve ter carro - ponto para ele). Depois de tal cena em que conheci o futuro pai dos meus filhos, me valeu gastar 6 reais de crédito só para ligar para a Nathalia, que estava na praia, para contar que achei o apartamento perfeito. Tudo graças ao nosso novo vizinho gato. Por mim, o negócio já está fechado.
11/01/2009
Óculos da Beyoncé





09/01/2009
Maysa
Resolvi acompanhar a série, a princípio, apenas por algo que me chamou muito a atenção: o figurino. Adoro esse visual retrô anos 50 (a década mais sucesso ever), 60 e 70. Vi nos comerciais os cabelos, a maquiagem, as roupas estilo Chanel-oi-sou-fashion, os óculos - ai, meu Deus, os óculos mereciam um post exclusivo - e me apaixonei demais. Fui à caça de fotos e mais fotos para montar um post mostrando o estilo da Maysa (que, de acordo com Fernando Torquatto, responsável pela produção da atriz Larissa Maciel, era a Gisele Bündchen de sua época), mas saibam que as imagens não são o suficiente: se você ainda não viu nenhum capítulo, não perca tempo (a Globo deveria me pagar por essa propaganda!). Bom, eu comecei a assistir então pensando nas roupas e bolando algum plano infalível para invadir o Projac e roubar tudo para mim, mas aí comecei a prestar atenção na história dessa cantora de quem eu nunca tinha ouvido falar antes (nunca mesmo, fazer o quê). Gente, a Maysa é sucesso, maior ídola! Como o site oficial não cansa de dizer, era "uma mulher à frente de seu tempo": super determinada, independente, autossuficiente. Já entrou no meu ranking de mulheres-modelo. Amei.
Mas voltando ao estilo. Li que a atriz usa três perucas ao longo da minissérie. A de cabelo bem curtinho, representando o final dos anos 50 e começo dos 60 (logo no comecinho da história, quando a Maysa está casando com o Matarazzo e começando sua carreira); uma de corte médio, para os anos 60 (a fase que estamos acompanhando agora na TV); e a de cabelos compridos, para ilustrar os anos 70.

Esse visual dos anos 60 deixa ela muito mais diva ainda. São cinturas marcadas, conjuntos combinando, looks monocromáticos e pérolas para dar o toque final.


E o que foi a cena do helicóptero? Isso é que é chegar com estilo! (muito patroa). Fiquei babando cinco anos pelo óculos e a saída de praia que ela estava usando.
Nos anos 70 (que ainda não começaram a ser exibidos), o cabelo fica maravilhoso, comprido e com aquele visual sexy. Os tailleur de antes perdem espaço para batinhas soltinhas, de tecidos leves, e calças jeans pantalona e boca-de-sino.



Quanto à maquiagem, a diferença só está na boca: o batom vermelho de antes foi substituído por um cor de boca (mais próprio à época). Os olhos continua o mesmo: muito delineador, rímel e lápis preto para marcar bem o contorno do verde que tanto chama a atenção.
E, para finalizar, a foto de uma túnica original da cantora que a atriz usou na gravação de um show no Canecão.
Maysa é, além de sucesso, ícone fashion agora!
07/01/2009
Procura-se
Grata.
06/01/2009
04/01/2009
A tristeza de morar no interior
Depois que eu li Marley e Eu, minha vida mudou (ok, estou exagerando, mas eu me identifiquei muito com o livro, porque eu tenho dois labradores em casa e sou apaixonada por labradores e morro por labradores e labradores são as coisas mais lindas que existem no mundo). Enfim, minha espera pelo filme, nesse Natal, era maior do que a pelo Papai Noel. E não é que domingo passado eu chego ao cinema, vejo um cartaz enooorme do Marley bebê (desmaiei três vezes nessa hora), vou à bilheteria e pergunto: "Moça, você sabe quando vai estreiar Marley e Eu?" e ela me responde: "Não há data prevista"? QUÊ??? Definitivamente, essas pessoas não pensam na minha saúde mental.E saibam agora o melhor: na minha cidade não tem cinema. Nem nas cidades vizinhas. Só existe um único cinema no shopping em Guaratinguetá! E eu juro que me sacrifiquei toda só para ir lá ver o bendito filme (e comer um McFlurry de Twix, porque, novamente, só existe McDonalds nesse shopping. Bom, pelo menos a viagem não foi de toda perdida).
Senhor, Senhor, iluminai os caras que trabalham no Cinemais. Que eles usem do bom-senso e tragam Marley logo para mim! Caso contrário, minha vida nunca mais será a mesma.
PS: Eu me recuso a baixar filmes pela internet. Qual a graça de ver na telinha do computador?
02/01/2009
Existe um motivo para eu ter cachorros em vez de filhos
Estava basicamente toda minha família agora na praia. Uma noite, minha irmã saiu e me deixou deitada no quarto vendo TV com a minha sobrinha/afilhada, Ana Alice (vide foto), de 3 anos. Ela disse: "Fica aí até ela dormir, não deve demorar muito" e eu disse: "Tudo bem", afinal, estava gostosinho ali no ar-condicionado e assistíamos a um DVD de Mogli 2, que eu ainda não tinha visto. Bom, uma meia hora depois que ela saiu, a Ana Alice ainda não tinha dormido e, de repente, me vira e fala:
- Dinda, quero fazer cocô.
OK, necessidades, eu entendo. Coloquei ela no banheiro e fui até a cozinha:
- Mãe, a Ana Alice está fazendo cocô, vai lá limpá-la quando ela terminar.
- Por que você não vai?
- Quê??? Nunca nessa vida, que nojo, eca!
Passado uns 5 minutos, ela grita que terminou, minha mãe vai lá e volta dizendo o seguinte:
- Ela bateu a porta na minha cara e disse que não quer ninguém, só você.
Eu entro em leve desespero. Vou até o banheiro:
- Por que você não quer que sua avó te limpe?
- Porque não, quero você, dinda!
Com muito esforço, prendendo a respiração, eu limpo (e faço uma lista mental de tudo que eu preferiria estar fazendo naquele momento).
- Limpou direitinho? Minha bunda não está mais suja?
Olho. Não está.
- Dinda, você é a dinda bonitinha!
Me dá um beijo e volta para o Mogli.
PS: eu sei que as minhas cachorras também fazem cocô, mas nenhuma delas exige que eu que as limpe (isto é, limpe o quintal). Então, acaba sobrando tudo para o meu pai :)
PPS: sim, eu sei que isso é explorar o meu pai.




