30/08/2010

Reunion

O Emmy é uma coisa linda e eu sinto como se todos meus amigos estivessem reunidos em um só lugar.

26/08/2010

Pac Man?







Setembro é meu mês favorito no ano, porque todas as séries voltam de férias.

24/08/2010

Crianças que me despertam um sentimento maternal

Quem me conhece sabe que não sou uma pessoa muito maternal e prefiro cachorros a crianças. Mas existem três, em especial, de quem eu adoraria ser mãe.

Le petit Nicolas

O Pequeno Nicolau (ou Nicolas) não é um filme de se assistir apenas uma vez. Essa fofurinha francesa acha que seus pais vão arrumar outro bebê e, uma vez não tendo mais espaço na casa para ele, vão abandoná-lo na floresta, como aconteceu com o Pequeno Polegar (história que ouviu na escola). Então, ele começa um plano para seu papa e sua maman gostarem muito dele e mudarem de ideia. É de chorar. E, ainda por cima, ele usa essas roupinhas dos anos 50, com gelzinho no cabelo, tipo um mini-Don Draper. Juro que meu filho Nicolas (Nicolau dá muita margem a piadas maldosas) também vai usar camisa, gravata e pulôver vermelho, nem que ele tenha que apanhar dos amiguinhos na escola.

Jaden Smith

Vi a refilmagem de Karatê Kid com muito preconceito. Na verdade, eu nunca assisti ao original, mas isso não vem ao caso. Will Smith Júnior continua tão fofinho quanto em À Procura da Felicidade. Isso porque ele ainda tem um cabelinho doido e uma carinha de gatinho do Shrek (olha quantos diminutivos - para você sentir o nível da fofura). E, ainda por cima, ele dança break! Uma graça! E ele tem 12 anos e gosta de uma chinesinha e tem medo dos meninos da escola e não sabe jogar basquete e se acha muito legal e, na vida real, canta com o Justin Bieber. Não preciso dizer mais nada.

Rafael Bibini

Sua fama não vai muito mais além dos corredores do 5º andar da Cásper Líbero ou das coisas que escreve no Assoprando Fita e no Macaco de Fralda. Mas olha essa carinha de suricato, que belezinha! E ele também se veste de Soldadinho de Chumbo em festas a fantasia, tem mãos gordinhas e é garboso. Hoje conversamos e ele disse que ia ser legal ser irmão do Will Smith Júnior, mas bateria no pequeno Nicolau. Poxa, Rafa!

19/08/2010

Cachorrinho dando barrigada

E ele ainda está usando um colete salva-vidas!



Não me aguentei com esse vídeo.

12/08/2010

Salários de seriados

Estava lendo no blog Nova Temporada, da Veja, que a revista TV Guide publicou uma lista com os atores de seriados mais bem pagos. E olha só que curioso:


Minha querida Lauren Graham ganha 150 mil dólares por episódio de Parenthood. A série recebe várias críticas dizendo que é a mesma coisa que Brothers & Sisters (que nunca assisti) e, no Brasil, passa no canal LIV (que um dia foi o People & Arts), praticamente um subcanal de seriados. E, mesmo assim, ela consegue ganhar mais que John Hamm (100 mil para ser Don Draper em Mad Men) ou Anna Paquin (75 mil por Sookie Stackhouse em True Blood). Talvez porque seja a atriz mais famosa no elenco (acho que o único outro conhecido é o Peter Krause, que fez Six Feet Under) e deve ter atraído um monte de telespectadores (como eu).
Aliás, achei que a Anna Paquin ganha pouquíssimo, se levarmos em consideração tudo que ela faz como namorada do Bill Compton.


E, quem diria, a Penny ganha mais que o Sheldon! E o Leonard também! Gente, o Sheldon é um personagem que já entrou para a história, não existe ninguém mais engraçado do que ele no mundo, isso é um absurdo! Kaley Cuoco e Johnny Galecki recebem 60 mil dólares por episódio, enquanto Jim Parsons meros 40 mil. Mas a Fernanda Furquim, dona do blog, acha que isso vai mudar, já que os atores de The Big Bang Theory estão todos renovando contratos.
Fiquei curiosa com os salários de Glee também, mas só Jane Lynch (Sue Sylvester) e Matthew Morrison (Will Schuester) entraram na lista, com 50 e 30 mil, respectivamente. Quanto será que a Lea Michele ganha para soltar a voz?

11/08/2010

A arte de um desenho animado


Uma das coisas que eu mais gosto de fazer, mesmo tendo 21 anos, é assistir a desenhos animados. Dos longametragens aos episódios de 15 minutos que passam na TV, qualquer um prende a minha atenção. Desde que preencha os requisitos básicos, é claro.
Este final de semana, por exemplo, eu descobri A Garota Supersábia. É para crianças pequenininhas, passa na Discovery Kids, e me conquistou - não por eu ter algum tipo de retardamento mental, mas porque se enquadra no que é preciso para um desenho ser bom:
1. Ter uma história/enredo;
2. Fazer sentido;
3. Ser bem feito;
4. Não ser feio.
Pensar isto me fez lembrar de alguns outros desenhos atuais que podem servir de explicação para as características mencionadas. Não que os antigos, como Tom & Jerry ou Pica Pau, não se enquadrem de alguma forma. Mas acho melhor não fazer crítica aos clássicos.


Até agora, o único desenho que atingiu a cotação de 5 estrelas comigo é Padrinhos Mágicos. Ele tem uma história (Timmy era um garoto infeliz, com uma babá ruim e pais doidos, e, por isso, ganhou padrinhos mágico) e até linearidade, mesmo com episódios independentes (não é um seriado). Faz sentido (ele explica que, quando crianças crescem e viram adultos, sofrem uma "amnésia de fadas" e se esquecem que já tiveram padrinhos mágicos. Isto significa que qualquer um pode ter tido fadas um dia), é bem feito e não é feio.


Agora, os fãs de Bob Esponja que me perdoem, mas ele nem é tão legal assim. Acho que o sucesso da Fenda do Bikini está muito mais ligado à enorme publicidade e investida de marketing do que a alguma característica excepcional que ele tenha.


Don Draper ficou amargurado por não ter conseguido a conta de Bob Esponja.

Os quatro requisitos para um desenho ser bom:


Desenhos sem enredo são, geralmente, aqueles que tratam as crianças como retardadas, como é o caso dos feitos para até 3 anos. Telletubies (ok, ele não é um desenho) é um exemplo básico. Já A Garota Supersábia têm a mesma faixa etária alvo, ensina tudo que uma criança precisa aprender na formação da primeira infância e não questiona a capacidade intelectual dela. Outro que me incomoda um pouco é Os Incríveis Espiões. Vi por acaso na TV Globinho e, tudo bem, são produzidos juntos, mas acho um absurdo ele ter pegado carona no sucesso de Três Espiãs Demais. É o mesmo estilo, o mesmo cenário, as mesmas situações e a mesma agência Whoop!, mas com personagens diferentes. Não aprovo a falta de originalidade.


Já um exemplo de desenho sem sentido é Caillou. Não que ele seja inteiro incoerente (se fosse assim, não teria sido vendido nem estaria na TV), mas tem um detalhe nele que me incomoda profundamente: por que o diacho do menino é careca? Sem nenhum fiozinho de cabelo, juro que cheguei a pensar que se tratava de uma história especial e o garoto tinha leucemia - afinal, a irmã mais nova dele tem cabelo. Mas não tem explicação! É simplesmente uma falta de noção. Tem como levar a sério um personagem desses?


Mal feito podemos considerar Pinky Dinky Doo, com aquela cara de que foi a própria criança telespectadora que desenhou os personagens e pintou de qualquer jeito com lápis de cor. Podem chamar de estilo, mas eu chamo de porquice. Ninguém liga a televisão nem paga um canal por assinatura para ver uma coisa dessas.


Por fim, não adianta o desenho ser bem feito se ele é feio. Veja que são dois aspectos diferentes: feio é quando os personagens não agradam visualmente, mesmo você percebendo que foi realizado com esforço e técnica. É o caso do novo Fanboy & Chum Chum. Ele poderia ser melhor e mais agradável se não fosse tão... esquisito.

(Eu sei que o post ficou enorme e ninguém tem paciência para posts enormes, mas me esforcei ao máximo para fazer uma pirâmide invertida. Para terminar, um comentário que preciso fazer.)


Li que Padrinhos Mágicos vai virar filme com pessoas de verdade: A Fairly Odd Movie: Grow Up Timmy Turner!, com a história de que o Timmy tem, agora, 23 anos e precisa se desfazer, finalmente, dos padrinhos. Quem vai interpretá-lo é o Drake, do seriado Drake & Josh. Conservadora que sou, não aprovei. Prevejo que vai ser um fiasco e muito ruim. Uma pena.


Quem quer ver essas versões do Cosmo e da Wanda?