29/08/2009

90's

Saiu no Uol Criança e não é novidade nenhuma - vira e mexe, algum site ou vídeo sentimental do Youtube nos traz esses sentimentos nostálgicos de "como a nossa infância nos anos 90 era muito mais divertida que a das crianças de hoje". Mas esses brinquedos, eu nem lembrava que tinha até ver as fotos:

Barbie Face Surpresa: eu maquiava e penteava o cabelo e ficava mexendo aquele pininho rosa ali na frente para ela virar a cabeça e eu ver se estava bom de todos os ângulos.

Galinha da Maggi: sei lá por que eu tinha isso, mas é tão engraçada, né? haha

Tubo Video Drive: nem sabia que o nome era esse até ver no site. Era TÃÃÃO legal! Mas um dia o painel ali estragou e parou de mostrar a estradinha, aí só dava para ver o carrinho vermelho (que sei lá como funcionava eternamente...).

Morri, gente. Queria muito ter guardado tudo, mesmo sabendo que seria impossível entulhar tanta coisa lá em casa. (Eu sou uma pessoa triste hoje por ter me desfeito da minha Casa da Barbie com todos os móveis, além do Jipe, do Furgão e do Chalé dela). (É, a Barbie era meu brinquedo favorito). (Acho que esqueci de contar aqui que fui na exposição de 50 anos dela. Vou postar umas fotos qualquer dia).

27/08/2009

A woman's right to shoes

Comecei a trabalhar essa semana, em uma revista feminina chamada Ouse, da Editora Símbolo, que já existiu, mas saiu de circulação, e agora vai voltar, mas como um novo projeto editorial. Ok, isso tudo eu decorei de tanto explicar para as pessoas já. O motivo do post não é fazer propaganda (mas, quando ela sair, eu vou fazer para todo mundo comprar e me ler). O motivo do post é a peculiaridade que irei lhes contar: eu não posso trabalhar de sapatos.
Pois é, são normas da empresa. De acordo com eles (eles é uma coisa abstrata para mim, devem ser os donos), jornalista funciona melhor e produz mais sem sapatos. Os pés precisam estar relaxados e confortáveis no chinelinho Havaiana, pantufas ou Crocs até. Alguma coisa de filosofia Oriental, budismo - não faço ideia, na verdade.
Então eu fiquei em choque. Afinal, eu não gasto horrores em sapatos para deixá-los no armário da entrada, junto com outros sapatos quaisquer. Não arrumei um emprego com a pretensão de gastar todo meu salário em sapatos se não vou poder usá-los em todos os momentos da minha vida. E não adianta, não vou gastar em sapatos de balada, porque nem saio mais tanto quanto antigamente.
Eu posso me conformar com pegar ônibus todos os dias, pegar trânsito, não voltar para casa até às oito da noite, não dormir mais tanto quanto antes ou até ficar horas na redação fazendo quase que nada (porque, vamos admitir, né?). Mas não posso me conformar com o fato de não poder usar meus sapatos!
Ok, vou confessar: trabalhar de pantufas é mesmo confortável. Me sinto em casa. Mas me sinto também, ao mesmo tempo, traidora ao abandonar minha Melissa vermelha nova do Pequeno Príncipe no armário, minha bota linda sozinha, minhas sapatilhas a Deus dará! Imagine os Arezzos então - nem os submeti a isso. Agora, vivo em uma realidade menos bonita e descalça.
Isso me baixou a Carrie Bradshaw e me fez lembrar do episódio que dá nome a esse post, em que ela precisa largar seus Manolos na entrada de uma festa, porque a mulher tem crianças em casa e não quer que ninguém leve sujeira da rua para seu chão.
É o fim. Nenhuma mulher merece isso. Como disse Carrie, agora vou ter que arrumar algum outro acessório grande e chamativo para compensar. Olha quanto trabalho!

25/08/2009

Mafalda, da Ana

Hoje é aniversário da minha cachorrinha Mafalda, 1 ano de idade! (Lembram quando ela nasceu, que pititininha que era?). Então, em homenagem a ela, neste próximo domingo, dia 30, será inaugurada na rua Chile, no bairro San Telmo, em Buenos Aires, uma escultura da Mafalda, do Quino, de 80 centímetros.

Mafalda ao lado de seu escultor, Pablo Irrgang

Não é linda, gente? Queria uma dessas no meu quarto! *-*

22/08/2009

10 coisas que deixariam a faculdade mais legal:

1- Filhotinhos de labrador espalhados pelos corredores para brincarmos na hora do intervalo;
2- Aulas de maquiagem no lugar de economia;
3- Máquinas de café que não engolissem moedas;
4- Mesas grandes que comportariam todo tipo de parafernália que eu levo para aula (mil canetas, celulares, i-Pods, óculos...);
5- Poltronas coloridas em vez de cadeiras duras;
6- Pizza Hut no lugar da cantina de salgados esquentados (se bem que, se fosse assim, eu pesaria uma tonelada);
7- Uma nutricionista ao lado da Pizza Hut com uma explicação convincente de que comer pizza é saudável e não engorda;
8- Professores que não fizessem chamada nunca;
9- Uma nova matéria chamada Estudos dos Seriados de TV, onde acompanharíamos, todas as semanas, Lost, Heroes, True Blood, Scrubs, How I Met Your Mother etc., seguido de uma hora de debate, comentários e observações;
10- Que o sinal tocasse músicas da Lady Gaga ao invés do pééééééééé.

13/08/2009

Decepção canina

Decidi que esse semestre eu vou colocar em prática meu plano de ter um cachorrinho de estimação no meu apartamento em São Paulo. Sei que dá trabalho, mas, como não faço nada a tarde inteira mesmo, vou poder dedicar bastante tempo a ele (ou ela).
E eu acabei concluindo que o melhor é adotar um vira-lata pequenininho e mais velho já. Porque 1) vira-latas são mais comportados que cães de raça; 2) depois de grandes, a gente já não precisa mais ficar ensinando nada para eles; 3) tem um montão por aí abandonados que ninguém quer adotar, só porque são velhos e adultos já; e 4) eu não tenho dinheiro para comprar cães de raça.
Já visitei o site da Pedigree Adotar é tudo de bom e pensei em ir ao casarão que tem na Paulista que abriga animaizinhos de rua. Mas, ontem, eu cheguei em casa (em Cachoeira), à noitinha, e vi um cachorrinho preto, pequenininho e orelhudo no meu portão, sem coleira e perdido. Achei que era um sinal, que aquele era o meu novo cãozinho de estimação.
Comecei a fazer carinho e brincar com ele. No começo, ele estava assustado e não queria chegar muito perto. Depois, cedeu e deixou eu fazer uns cafunés em sua orelha. Como não podia trazê-lo para dentro de casa, porque tenho duas labradoras gigantes e ciumentas no quintal, resolvi entrar para pegar um pouco de ração e deixá-lo na garagem. Meu pai estava na sala e eu comentei:
- Pai, tem um vira-latinha lindo ali no portão, ele gostou de mim! Posso ficar com ele?
- Um pretinho? Ah, faz tempo que ele está aí! A Mafalda estava na garagem e ele ficou paquerando ela pela grade do portão. Deve estar apaixonado...
Fiquei triste. Achei que ele tinha gostado de mim. Comentei isso com a minha mãe e ela me respondeu:
- Agora você sabe como é quando você acha que um cara está dando bola para você, mas, na verdade, está é de olho na sua filha.
Depois que eu entrei ele foi embora e não apareceu mais.

12/08/2009

Arezzo-me

Não sei se eu já falei isso aqui, mas eu acho a Cléo Pires linda de morrer, meu padrão de beleza feminino. Acho ela natural, sabe? Não precisa de quilos de maquiagem nem grandes trabalhos no cabelo para ficar bonita. Além disso, tem a sobrancelha mais perfeita do mundo.
Mas o real assunto do post é o seguinte: eu não sei se vocês sabem (de novo), mas não posso passar em frente a uma loja da Arezzo sem desmaiar e, depois, deixar lá muitos dinheiros meus em troca de uns pares de sapato. Que não são apenas sapatos, mas acredito que seres de outro planeta que vieram ao meu encontro representando meu inconsciente, meu eu interior que ainda não descobri, minha personalidade e tudo que existe de bom na vida. É um sentimento que nem a Becky Bloom explica. E, no final de semana passado, no shopping, dentro de uma dessas maravilhosas lojas onde encontro a felicidade, vi o catálogo da coleção nova:

Então esse é meu próximo objetivo de vida: tenho certeza de que, assim que calçar essas sandálias, vou virar a Cléo Pires. CERTEZA.

Me perguntei esses dias quem seria o dono da Arezzo, para poder me casar com ele e ser feliz para sempre. Aí, hoje, como um sinal divino, chegou aqui em casa uma revista do Mega Polo Moda, shopping atacadista de São Paulo em que minha mãe é cliente, com uma matéria sobre a marca. E descobri que os donos são os irmãos Anderson e Jefferson Birman, mineiros que fundaram a Arezzo em 1972, quando tinham 18 e 21 anos (!) respectivamente. E o filho de Anderson, Alexandre Birman, aos 19 anos (!), criou a Schutz. Isso que é uma família empreendedora! (Eu tenho 20 anos e, até agora, não criei nada além desse blog).
Em 2008, 485 milhões de reais. Aposto que tenho influência direta em pelo menos metade desse valor.

02/08/2009

O vampiro mais gato

Não é o Edward Cullen/Robert Pattinson (foi mal).

É o sueco Alexander Skarsgard, que interpreta o xerife Eric Northman no seriado True Blood.


Porque vampiros são super tendência hoje, né?
Meu coração ainda pertence ao Sawyer, mas o Eric está logo ali, em segundo lugar (sinceramente, o Edward é fofinho demais para o meu gosto).

PS: Ando com uma falta de assunto tremenda para postar. Culpo essas férias intermináveis/desculpinha de gripe suína para adiar as aulas (não que eu não goste de ficar à toa, claro). Tudo que tenho feito da vida é assistir à série de vampiros e babar nesse cara ou à engraçadinha How I Met Your Mother (que, na minha opinião, é o novo Friends). Apesar de ter surgido em 2005, eu descobri só agora haha.