31/01/2009

Arranjei um jeito de passar o tempo

Juro que nunca tinha ouvido falar da série Crepúsculo até, mais ou menos, um mês atrás. Foi minha amiga quem leu e me disse: "Pede de Natal, é muito bom". Quando descobri sobre o que se tratava a história, pensei: "Vampiros? Legal!" - opinião baseada unicamente na minha experiência de leitura sobre vampiros com os livros Os Sete e Sétimo, do brasileiro André Vianco. Comprei o primeiro, li em 3 dias. Baixei o resto dos livros e o filme (porque, quando eu decidi vê-lo, já tinha saído de cartaz). E isso é tudo que tenho feito da vida ultimamente (estou em Eclipse agora).
E nem é porque o livro é bom. Na verdade, achei a história muito fraca e nunca, nessa vida, que é "o novo Harry Potter" (desculpa falar isso de novo, Sté). Mas o Edward Cullen... Tenho certeza de que não preciso entrar em detalhes aqui, porque todo mundo já leu a história antes de mim. Mas faço minhas as palavras da fã que mandou um recado para a autora: "Thank you, Stephenie. Now I'll never find a man". Porque todas fazemos parte de uma grande estatística que existirá, daqui a 50 anos, de senhoras que nunca se casaram, pois não se contentaram com os meiaboca que existem por aí.


O Puro Charme também fez um post sobre o Cullen (porque ele merece).

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